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#Resenha - Cidades de Papel

            O que falar sobre Quentin que mal conheci e nas primeiras páginas do livros já me apaixonei? Peguei-me dando a primeira gargalhada de muitas logo no inicio, que se passa quando ele ainda é criança. Lá já demonstrava ser um medroso com personalidade. Mas antes de falar da obra, tenho que deixar claro aqui que Cidades de Papel é o meu livro favorito do tio João Verde, podem dizer o que quiser, sobre o 3º ato, que este não foi um agradável final. Que ACEDE é muito mais interessante que ele, ou até mesmo Alasca, (livro esse que eu só li metade, parei porque não curti muito) (parei O Teorema de Katherine, mas acho que esse deve ter sido um dos bons também, está na minha lista de "irei continuar quando puder") mas eu não ligo! Pois em uma tarde Quentin me fez ficar de várias formas: feliz e triste, chorar, irritar e  gargalhar. Me fez pensar sobre a vida, dar valor aos meus amigos e me encorajou a encarar os fatos de cabeça erguida, dar a cara a tapa e ir atrás do que desejo. Na verdade Q é um dos meus personagens preferidos de toda minha breve/talvez longa história literária. O mais legal é que ele é normal, e vai se desafiando a cada novo momento, porque é insistente e tenta e tenta de novo e não desiste (gente, o Q é brasileiro, hahaha), assim como eu! Eu não desisto de algo que sei que vale a pena, e isso me conquistou. 
     Não posso deixar de dar meus méritos a John por ser um mestre da escrita (tenho que defende-lo no ponto em que dizem que ele é modinha. Ele não é modinha, modinha é simplesmente ACEDE, e a culpa nem é do livro em sí, mas sim dos leitores que colocaram muita coisa em cima de um drama tão normal quanto outros por aí "não desvalorizando a história, claro"). Colocar palavrões no meio do livro, sem deixa-lo baixo, mas sim um pouco mais real e engraçado. Tenho que agradece-lo também por ter inventado amigos tão extraordinariamente engraçados e fieis como Ben e Radar! Eles são muito legais e ajudam Q até o fim, é muito legal, só de lembrar da hora que eles largam tudo de lado e se mandam na mini van... Sensacional! Melhor parte da história.   
             
            E se engana quem pensa que o verdadeiro foco da história é a Margo, certo que ela é a peça chave de todo o enredo, mas ela claramente fica como coadjuvante... Como em PLL, a Aly morre e fica como uma peça indispensável no quebra-cabeça, mas não é quem mais brilha. Na verdade eu tenho uma relação amor/ódio em relação a ela... Mas no fim das contas não importa muito. Enfim, essa é minha humilde opinião sobre a historia que amei de coração, e fico feliz em acrescentar que o Bestseller brevemente se tornará uma adaptação cinematográfica, e essa eu realmente mal posso esperar pra ver! Compre o seu e leia, realmente vale a pena!   






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